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Em Outubro celebramos o mês da Poupança (31 de Outubro, Dia Mundial da Poupança). Mais do que nunca, a gestão financeira preocupa a maior parte dos portugueses. A VOGAIS apresenta-vos dois livros, complementares, que podem tornar-se nos melhores amigos da carteira dos portugueses.  

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​A especialista em finanças pessoais Ana R. Bravo acaba de lançar o livro ABC da Poupança com mais de 1.000 conselhos práticos, distribuídos pelas mais diversas áreas do dia a dia, para ajudar as famílias portuguesas a enfrentar estes tempos difíceis. 

 

Um exemplo: Pode-se poupar até mais ou menos 850€ por ano em café e 250€ por ano em pão fazendo tanto um como outro em casa. O equivalente a 90€ por mês.


A 2.ª edição do livro, lançado há poucos dias já está no forno, e a autora tem tido um excelente feedback da imprensa com entrevistas em meios de comunicação especializados e generalistas, tanto de televisão como de rádio e também na imprensa. 

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O Kakebo, livro de contas da poupança doméstica, é a solução inovadora que os japoneses usam todos os dias para gerir as suas economias pessoais e retirar o máximo proveito do dinheiro.

 

Depois do sucesso que o Kakebo, lançado em fevereiro passado, alcançou juntou dos portugueses, a Vogais lançou agora o Kakebo 2015, uma ferramenta que vai ajudar os portugueses a gerir o consumo de uma forma mais adequada. Sítio explicativo: www.kakebo.pt.

 

Trata-se de um método perfeito para pessoas com emprego estável, por conta própria ou desempregadas, casados, solteiros, adolescentes ou adultos — a forma mais simples, acessível e eficaz de gerir o dinheiro, independentemente do nível de literacia financeira.

 

No fim do plano simples de 12 meses o leitor terá aprendido a poupar e a gastar melhor o seu dinheiro — para obter uma vida melhor! Os objetivos serão definidos pelo utilizador e o Kakebo ajuda a alcançá-los.

 

• Registe e controle todas as suas despesas e receitas.

• Analise os seus resultados mês a mês e resuma-os em gráficos anuais.

• Mantenha um registo atualizado de todas as suas contas, sem ter de recorrer a folhas de cálculo complexas e confusas.

• Perceba quais são as suas despesas menos necessárias e mais dispensáveis.

• Saiba claramente quanto, como e em que produtos e serviços pode e deve gastar o seu dinheiro.

 

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Título: O Meu Nome É...

Autor: Alastair Campbell

Edição: Setembro de 2014

Editora: Bizâncio

Paginas: 304

PVP: 16,00€

 

Sinopse

Hannah tem 17 anos e bebe para se sentir melhor. Por um momento. Depois, a dor de alma regressa, mais intensa. Esta é a história da adição de Hannah. O desenrolar da história através dos relatos de cada uma das pessoas que rodeiam Hannah durante a sua espiral de autodestruição dá ao leitor uma panorâmica completa do que é a vida junto de um alcoólico vulnerável e em negação.

 

 

O livro O Meu Nome É... de Alastair Campbell trata-se de uma história impressionante à volta do mundo do alcoolismo.

O nascimento de Hannah foi de uma grande alegria para os pais, mas ao crescer esta alegria passa e o crescimento torna-se difícil e negligente.  

Ao longo de todo o livro, vamos conhecendo a história chocante de dependência da jovem Hannah.

A sua história é nos contada por vários intervenientes, como os profissionais de saúde, os pais de Hannah, familiares, amigos e Hannah apenas tem a palavra no final do livro.

Não vou revelar muito, Hannah teve muita gente que a quis ajudar e que gostava dela... Por vezes, o leitor pode sentir pena, mas também, noutros momentos pode achá-la uma pessoa fraca e sem muita inteligência. 

A hsitória que o livro retrata é tão intensa que podemos confudir este romance com um relato real.

Alastair Campbell conseguiu um livro simples e directo, muito bem escrito, interessante e que vai deixar o leitor pensativo.

 

Uma leitura que o blogue Chuva de Letras aconselha a todos os seus seguidores!

 

Classificação: 4/7

 

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Em Terras de Vera Cruz são poucos os autores tão acarinhados como Zibia Gasparetto. Aos 88 anos, e com mais de 50 títulos publicados, entre romances, crónicas e pensamentos, Zibia Gasparetto é a autora espiritualista mais lida no Brasil e em Portugal, somando 16 milhões de livros vendidos.

 

Depois dos oito títulos editados em Portugal, já chegou às livrarias o novo romance da autora brasileira: Encontro Inesperado da Nascente, chancela da Topseller com 336 páginas e PVP de 17,69€

 

Sinopse

Miriam é uma mulher exigente e mimada que durante sete anos sufoca o marido com as suas inseguranças e crises de ciúmes. Desesperado e sem ver outra solução, Ivo acaba por deixá-la. Miriam já tentara o suicídio uma vez e ameaça fazê-lo de novo caso ele não regresse, o que deixa em desespero os pais dela, que a consideram fraca e a têm protegido toda a vida.

Quando todos pensavam que aconteceria o pior, Miriam descobre os seus poderes mediúnicos. Apoiada por Franco, psicólogo e primo do ex-marido, Miriam aceita a sua condição e encontra o seu destino: utilizar os espíritos para ajudar os outros.

Entre sentimentos de ciúme, mágoa e apego, Zibia Gasparetto convida o leitor a uma reflexão sobre a importância de não darmos ao outro a direção da nossa vida, e mostra que os desafios só aparecem quando podemos vencê-los.

 

 

Sobre a autora:

Zibia Gasparetto nasceu em Campinas, mas vive desde os seis anos de idade em São Paulo. Aprendeu a ler aos quatro anos e, aos oito, já passava horas sentada a escrever histórias. Parou de escrever na adolescência e só viria a retomar a escrita sob a forma de psicografia quando as suas faculdades mediúnicas surgiram. Influenciada por espíritos comunicantes, Zibia Gasparetto é hoje uma autora bestseller com mais de 16 milhões de livros vendidos só no Brasil.

Zibia Gasparetto, Paulo Coelho e Mônica Buonfiglio foram os únicos autores a conseguir colocar mais do que um livro no ranking dos 10 livros mais vendidos de sempre no Brasil.

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É já esta 6ª feira, dia 31 pelas 21h00 que os apaixonados pela poesia podem estar presentes na Avenida de Roma, nº 11 A em Lisboa.

 

Será uma Noite de Poesia, organizada pela Edições Vieira da Silva, na Livraria Barata com a subordinada ao mote:

 “Com olhos de Gafanhoto e asinhas de morcego”

 

Não deixe de comparecer!

 

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Título: Estalinegrado

Autor: Antony Beevor

Páginas: 544

PVP: 18,80€

Data de lançamento: 31 de Outubro

 

Mais de 4 milhões de exemplares de livros do autor vendidos em todo o mundo.

 

Em outubro de 1942, um oficial dos Panzers escreveu: «Estalinegrado já não é uma cidade… Os animais fogem deste inferno; nem as pedras mais duras conseguem resistir por muito mais tempo; só os homens se aguentam.»

Para muitos, a Batalha de Estalinegrado simboliza o ponto de viragem da Segunda Guerra Mundial. A vitória do Exército Vermelho e o fracasso da Operação Barbarossa alemã marcaram a primeira derrota nas ambições territoriais de Hitler e o princípio do seu declínio.

 

Pouco se sabe contudo do que de facto aconteceu em Estalinegrado. Depois de avançar sobre o território soviético, as forças de Hitler detêm-se a alguns quilómetros de Moscovo e avançam para o maior erro da estratégia nazi: Estalinegrado. A batalha pela cidade tornou-se o foco de atenção tanto de Hitler como de Estaline, convictos como estavam de que seria determinante para vencer a guerra na Frente Oriental. Os cidadãos de Estalinegrado viveram sofrimentos inimagináveis e a atalha foi brutalmente destrutiva para ambos os exércitos.

Neste livro aclamado pela crítica e vencedor de vários prémios, incluindo o Samuel Johnson Prize, Antony Beevor dá-nos um olhar único sobre um dos momentos mais negros da história da Europa.

 

Os livros de Antony Beevor incluem Paris Após a Libertação, 1944-1949 (escrito com a sua mulher, Artemis Cooper); Estalinegrado, vencedor do Samuel Johnson Prize, do Wolfson Prize na área de História e do Hawthornden Prize na área de Literatura; A Queda de Berlim – 1945, vencedor do primeiro Longman – History Today Trustee’s Award e recentemente considerado um dos melhores livros da primeira década do século XXI pelo New York Times e pelo Telegraph, A Guerra Civil de Espanha e, mais recentemente, A Segunda Guerra Mundial.

 

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Mais um passatempo! Preparados?

Em parceria com a Editorial Bizâncio, o blogue Chuva de Letras tem para sortear um exemplar do livro Na Montanha de Hitler de Irmgard Albine Hunt.

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Podem participar até às 23h59 do dia 9 de Novembro!

Para se habilitarem a ganhar o livro, basta responderem às questões no formulário.

As respostas às perguntas podem encontrar aqui.

Não esquecer de ler as regras de participação já abaixo.

 

Regras de participação:

1. Só é válida uma participação por pessoa e por morada.

2. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.

3. É obrigatório ser seguidor da página de facebook (colocar gosto) do blog Chuva de Letras e da Editorial Bizâncio.

4. O vencedor será sorteado aleatoriamente através do random.org e será posteriormente contactado por e-mail. O resultado será também anunciado aqui no blog e facebook.

5. Todas as participações com questões erradas, dados incompletos, e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.

6. A administração do blog Chuva de Letras não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela mesma e/ou pela editora.

 

Boa Sorte!

 

 

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Novidades Gradiva - Outubro de 2014

por Tânia Breda, em 25.10.14

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Título: A Chave de Salomão
Autor: José Rodrigues dos Santos
Páginas: 624
PVP: 19,80 €

 

Sinopse  

O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória.

 

Ψ

The Key: Tomás Noronha

 

A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência.

 

Ou morrer a tentar.

 

Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas.

 

Será que a alma existe?

O que acontece quando morremos?

O que é a realidade? 

 

Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência.

 

Excerto:

A notícia deixou Tomás estupefacto, sem reacção, os olhos vidrados, a boca entreaberta. Já perdera o pai e sabia que um dia perderia a mãe, mas esperava que a coisa levasse mais tempo, fosse mais lenta, que os dias não passassem tão rápido, que o inevitável fosse infinitamente adiado, que a orfandade não o deixasse tão só tão depressa.

 

“Ela…”, balbuciou Tomás, tentando dizer a palavra terrível mas recusando-se a pronunciá-la, só a ideia da morte constituía uma punhalada que lhe era cravada no coração. “Ela…”

 

Ouviu um suspiro resignado do outro lado.

 

“Está em coma e sobra-lhe pouco tempo.”

 

 

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Título: Do Pântano Não se Sai a Nado

Autor: Joaquim Silva Pinto
 Páginas: 144
PVP: 12,5 €
 
Sinopse

Passados todos estes anos, reveladas, enfim, por tantas situações, o carácter, as capacidades e as compreensíveis limitações dos seus protagonistas «oficiais», reforça-se o sentimento ou mesmo a convicção de haver algo ainda por contar na história do 25 de Abril. Terá sido habilmente construído, aquilo que cada vez mais se apresenta como lenda dos capitães de Abril?

 

A verdade é que vão desaparecendo, sem a narrar, aqueles que poderiam ter contado a verdadeira história. Porventura os seus verdadeiros arquitectos e decisores.

 

Neste livro, uma personalidade que foi protagonista e teve um convívio privilegiado com os acontecimentos e os actores políticos da época vai mais longe, formulando dezenas de perguntas de difícil resposta sobre razões e consequências de acontecimentos que acompanhou pessoalmente ou dos quais teve conhecimento por fontes fidedignas, perpassando pelos consulados de Salazar e Marcelo Caetano, a crise do Regime da Constituição de 1933, a envolvência da Revolução de Abril, fixando-se concretamente sobre os que terão podido ser, pelas qualidades pessoais e estatuto, os seus verdadeiros mentores, para depois se focalizar em episódios da gradual consolidação democrática e finalizar com uma perspectiva sobre o futuro de Portugal a partir da eleição do próximo Presidente da República.

 

Ao perfil de personalidades com quem conviveu e à exactidão de factos concretos, muitos dos quais pouco conhecidos da generalidade das pessoas, adiciona a formulação de interrogações que desafiam o leitor a encontrar por si as melhores respostas para ocorrências nunca credivelmente explicadas. Numa linguagem acutilante, visa, como diz,despertar a bela adormecida, enfrentando decididamente as meias verdades que convenientemente foram sendo transformadas em lugares-comuns.

 

 

Sobre o autor:
Joaquim Silva Pinto integrou os governos de Marcelo Caetano dos 33 aos 39 anos, numa preocupação renovadora. Foi próximo de Melo e Castro e Pinto Leite. Em 1975, passou a viver em Madrid, começando como empregado e evoluindo com sucesso nos meios empresarial e associativo. Regressado a Portugal em 1981, colaborou em grandes empresas, que apoiou na área da internacionalização, mas como dirigente associativo, dentro e fora das nossas fronteiras, participou em realizações dedicadas às problemáticas das PME’s e indústrias criativas.

Docente universitário especializou-se em organização empresarial. Após intervir no MASP, voltou à política activa, durante cinco anos, sendo deputado à AR e líder de bancada na CM de Oeiras. Veio a afastar-se do PS em oposição frontal a Sócrates. Em 2012, pôs voluntariamente termo a lugares de administração, dedicando-se a consultadoria com assumido empenho na valorização do sénior activo, das cidades sustentáveis e do papel das câmaras de comércio bilaterais. Tem presentemente 79 anos.
 
 
 

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Título: José Veiga Simão: Uma Vida Vivida
Do Estado Novo de Salazar à Primavera Marcelista
Volume I
Autor: Pedro Vieira
Páginas: 260
PVP: 13,05 €
 
 
Sinopse

Se o 1.º cabo Aníbal Simão tivesse sido enviado para Manteigas em 1945, José Veiga Simão poderia não ter sido mais do que um funcionário administrativo. Era esse, pelo menos, o magnânimo prognóstico do comandante do batalhão da GNR.

 

No entanto, Maria Joaquina Veiga, que só sabia escrever o nome, não se conformou com tal perspectiva e empenhou-se de alma e coração para que o filho concluísse o Liceu D. João III em Coimbra e entrasse na universidade.

 

Deste modo, a história foi outra, bem diferente. Sempre com o surpreendente envolvimento de Salazar, o então já doutor em Física Nuclear por Cambridge e catedrático da Faculdade de Ciências de Coimbra funda a Universidade de Lourenço Marques, da qual será reitor ao longo de sete anos. «Esta é a obra da minha vida», diz José Veiga Simão, que teve a grande alegria de a ver repetidas vezes enaltecida pelas mais altas entidades de Moçambique.

 

O primeiro volume da presente biografia, que fica em 1970, quando José Veiga Simão deixa Lourenço Marques para ser ministro da Educação Nacional do governo de Marcelo Caetano, conduz-nos através do percurso menos conhecido do protagonista de um dos maiores reformadores da história do ensino em Portugal.

 

«A família Veiga Simão foi viver para Coimbra em Setembro de 1939. O pai, Aníbal Simão, que estava colocado na companhia da GNR na Guarda, solicitara a transferência para a cidade do Mondego de modo a acompanhar Júlio, o filho mais velho, que (…) se matriculara na Universidade de Coimbra, em preparatórios militares (…). José seria transferido para o Liceu D. João III, em Coimbra. (…)

 

A viagem da Guarda para Coimbra, acompanhando o pai numa camioneta com a mobília da casa (…), ficou associada a uma das datas decisivas da história do século xx. Era o dia 3 de Setembro de 1939 e, ao atravessarem os Arcos do Jardim, ouviram pela rádio a notícia de que a Inglaterra e a França haviam declarado guerra à Alemanha, na sequência da invasão da Polónia pelas tropas de Hitler.»

 

Sobre o autor:
Pedro Vieira, nome profissional de Pedro Jorge Reis Alves Vieira, nasceu em Torres Novas em 1945. Jornalista desde 1972, integrou as redacções dos diários A Capital eA Luta, do semanário O Jornal e da revista Visão. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas – Estudos Portugueses e Franceses e pós-graduado em Estudos Europeus. De sua autoria, a Gradiva editou em 2010 Todos Os Portos A Que Cheguei – Vasco Rocha Vieira.
 
 

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Título: Jardins de Cristais
Autor: Sérgio Paulo J. Rodrigues
Páginas: 276
PVP: 13,05 €
 
Sinopse
Encontram-se aspectos de química em quase todos os textos literários? Sérgio Rodrigues acredita que sim e, neste livro, mergulha numa multidão de autores, que, como diz João Lobo Antunes no prefácio, «o sábio Mendeleev não conseguiria encaixar em qualquer tabela», e convoca-os para convencer os leitores dessa ideia aparentemente estranha.

 

Com a ajuda deste livro poderemos procurar indícios na literatura de que a química ajudou a salvar as baleias e tem contribuído para um mundo melhor. Num mundo dependente da química, mas que parece condená-la à invisibilidade, podemos ir de Homero e da Bíblia a Karl Marx e Ian McEwan, passando por Camões, Camilo Castelo Branco, Victor Hugo, Fiodor Dostoiévski, Miguel Torga e muitos, muitos outros, todos eles ligados pela química.

 

Alquimia, venenos, drogas e explosões? Sim, este livro também fala desses clássicos: química infernal, filhas de mães loucas e demónios em garrafas verdes. Mas o que procura sobretudo mostrar são as pérolas escondidas que documentam a presença da química numa chama que Novalis dizia ser molhada, numa calma manhã de Verão, num amor trágico, num sonho perdido ou na falta de um medicamento ainda não inventado.


Que leitura afinal fiz deste livro? Eu diria que ele é uma antologia encadeada sem ordem, não arrumando por estilo ou por tema, mas apresentando de forma simples, sem falsa ou intimidativa erudição, exemplos de livros em que abundam, incrustadas, pérolas da química. Mas também, valendo‑se o autor da ciência que pratica, apontar a omnipresença da química na vida quotidiana, para o bem e para o mal.

Nesta jornada vamos encontrar «clássicos» e cien­tistas, autores de «best‑sellers» de aeroporto e poetas, filósofos «puros» e filósofos «políticos», enfim, uma multidão que o sábio Mendeleev não conseguiria en­caixar em qualquer tabela sistemática. Assim saudamos quem vem à boca de cena: Camilo, Marx, Goethe, Bellow, Eliot, Pauling, Homero, Whitman, Huxley, Nemésio e Gedeão (o outro Rómulo), e tantos outros.

 

João Lobo Antunes

 

 

Sobre o autor:
Sérgio Paulo Jorge Rodrigues, doutor em Química Teórica, é professor no Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Os seus interesses e projectos de investigação situam-se na área da química teórica e computacional, estando também envolvido em projectos educativos e de divulgação da química. Tem escrito textos de divulgação de química no blogue De Rerum Natura e mantém o projecto «Passeios Químicos», no blogue Percursos Químicos, que procura tornar visível a química nas ruas. Em 2011, em colaboração com Maria Isabel Prata, traduziu e anotou o clássico da divulgação da ciência: História Química de Uma Vela, de Michael Faraday.
 
 
 
 

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Título: Um Olhar Sobre a Indústria de Moldes
Autor: Henrique Neto
Páginas: 180
PVP: 10,80 €
 
Sinopse

«O livro Um Olhar Sobre a Indústria dos Moldes, de Henrique Neto, não é escrito por um historiador ou historiógrafo, é sim o testemunho vivo de um marinhense, operário, técnico, dirigente, G estor e empresário. Um cidadão que nunca abdicou de assumir a participação política como actividade ao serviço de ideais sociais e do Bem Público. [...]

 

O objectivo com que Henrique Neto escreve o seu livro é plenamente atingido ao dar-nos conta da importância dos principais acontecimentos de quase oitenta anos da indústria de moldes, protagonizados no nosso país por gentes da Marinha Grande e de Oliveira de Azeméis.»

José Veiga Simão, in Prefácio

 
Sobre o autor:
Henrique José De Sousa Neto (1936) fez o Curso Industrial em Lisboa e o Curso Comercial na Marinha Grande. Iniciou a carreira profissional como aprendiz de serralheiro numa fábrica de moldes para a indústria de plásticos na Marinha Grande, da qual chegou a director e de que, posteriormente, foi proprietário. Começou muito jovem a interessar-se pela política portuguesa. Pertenceu ao MUD-Juvenil pratica mente desde a sua constituição e ligou-se ao movimento associativo da Marinha Grande.
 
 
 

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Título: O Mito de Inglaterra
Anglofilia e anglofobia em Portugal (1386-1986)
Autor: Luiz Eduardo Oliveira
Páginas: 464
PVP: 22,50 €
 
 
Sinopse

Este livro busca apreender, ao longo da História portuguesa, os momentos de tensão, ambiguidade e oscilação das representações anglofóbica e anglófila de Inglaterra e do povo inglês. Com tal intuito, foram demarcados dois limites cronológicos significativos: 1386, ano em que foi firmado o Tratado de Windsor, e 1986, ano em que Portugal entra definitivamente para a Comunidade Económica Europeia, para onde foram transferidas as esperanças de prosperidade e, com elas, o mito do Quinto Império. Investigação e divulgação sérias, ao alcance de todo o público interessado.

 

Este livro procura apreender, nos discursos que «narram» Portugal na longa duração da sua história, os momentos de tensão, ambiguidade e oscilação das representações de anglofobia e anglofilia, com base nas relações político-diplomáticas, dinásticas e culturais entre os dois países. Deste modo, pretende estabelecer coordenadas históricas e teórico-metodológicas para se pensar o mito de Inglaterra em Portugal.

 

Com tal intuito, foram demarcados dois limites cronológicos significativos: 1386, ano em que foi firmado o Tratado de Windsor, que preparou o momento da união dinástica com Inglaterra e a legitimação da Casa de Avis, e 1986, ano em que Portugal entra definitivamente para a Comunidade Económica Europeia, para onde foram transferidas as esperanças de prosperidade e, com elas, o mito do Quinto Império. Neste momento, como compensação da perda das colónias africanas, é-lhe oferecido o portal de entrada na Europa «civilizada» e «polida», algo tão almejado por Pombal já no século XVIII, bem como um novo meio de se afirmar à escala intercontinental: a lusofonia − daí o mapeamento e o estudo linguístico da chamada Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

 
 

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Título: Mimi e o Grande Robô Malvado
Autor: Korky Paul e Valerie Thomas
Páginas: 28
PVP: 11,70 €
 
Sinopse

A bruxa Mimi fica radiante quando transforma o seu modelo de robô num robô a sério. Bip, bip, bip! Mas tudo se descontrola quando o malvado robô rouba a varinha mágica da Mimi. Vai ter de ser o Rogério, o adorável gato da Mimi, a resolver toda a confusão e a salvar o dia.

«Pura magia.»

The Times

 

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Tabela de Classificação:



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