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Novidades Gradiva - Outubro de 2014

por Tânia Breda, em 25.10.14

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Título: A Chave de Salomão
Autor: José Rodrigues dos Santos
Páginas: 624
PVP: 19,80 €

 

Sinopse  

O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória.

 

Ψ

The Key: Tomás Noronha

 

A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência.

 

Ou morrer a tentar.

 

Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas.

 

Será que a alma existe?

O que acontece quando morremos?

O que é a realidade? 

 

Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência.

 

Excerto:

A notícia deixou Tomás estupefacto, sem reacção, os olhos vidrados, a boca entreaberta. Já perdera o pai e sabia que um dia perderia a mãe, mas esperava que a coisa levasse mais tempo, fosse mais lenta, que os dias não passassem tão rápido, que o inevitável fosse infinitamente adiado, que a orfandade não o deixasse tão só tão depressa.

 

“Ela…”, balbuciou Tomás, tentando dizer a palavra terrível mas recusando-se a pronunciá-la, só a ideia da morte constituía uma punhalada que lhe era cravada no coração. “Ela…”

 

Ouviu um suspiro resignado do outro lado.

 

“Está em coma e sobra-lhe pouco tempo.”

 

 

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Título: Do Pântano Não se Sai a Nado

Autor: Joaquim Silva Pinto
 Páginas: 144
PVP: 12,5 €
 
Sinopse

Passados todos estes anos, reveladas, enfim, por tantas situações, o carácter, as capacidades e as compreensíveis limitações dos seus protagonistas «oficiais», reforça-se o sentimento ou mesmo a convicção de haver algo ainda por contar na história do 25 de Abril. Terá sido habilmente construído, aquilo que cada vez mais se apresenta como lenda dos capitães de Abril?

 

A verdade é que vão desaparecendo, sem a narrar, aqueles que poderiam ter contado a verdadeira história. Porventura os seus verdadeiros arquitectos e decisores.

 

Neste livro, uma personalidade que foi protagonista e teve um convívio privilegiado com os acontecimentos e os actores políticos da época vai mais longe, formulando dezenas de perguntas de difícil resposta sobre razões e consequências de acontecimentos que acompanhou pessoalmente ou dos quais teve conhecimento por fontes fidedignas, perpassando pelos consulados de Salazar e Marcelo Caetano, a crise do Regime da Constituição de 1933, a envolvência da Revolução de Abril, fixando-se concretamente sobre os que terão podido ser, pelas qualidades pessoais e estatuto, os seus verdadeiros mentores, para depois se focalizar em episódios da gradual consolidação democrática e finalizar com uma perspectiva sobre o futuro de Portugal a partir da eleição do próximo Presidente da República.

 

Ao perfil de personalidades com quem conviveu e à exactidão de factos concretos, muitos dos quais pouco conhecidos da generalidade das pessoas, adiciona a formulação de interrogações que desafiam o leitor a encontrar por si as melhores respostas para ocorrências nunca credivelmente explicadas. Numa linguagem acutilante, visa, como diz,despertar a bela adormecida, enfrentando decididamente as meias verdades que convenientemente foram sendo transformadas em lugares-comuns.

 

 

Sobre o autor:
Joaquim Silva Pinto integrou os governos de Marcelo Caetano dos 33 aos 39 anos, numa preocupação renovadora. Foi próximo de Melo e Castro e Pinto Leite. Em 1975, passou a viver em Madrid, começando como empregado e evoluindo com sucesso nos meios empresarial e associativo. Regressado a Portugal em 1981, colaborou em grandes empresas, que apoiou na área da internacionalização, mas como dirigente associativo, dentro e fora das nossas fronteiras, participou em realizações dedicadas às problemáticas das PME’s e indústrias criativas.

Docente universitário especializou-se em organização empresarial. Após intervir no MASP, voltou à política activa, durante cinco anos, sendo deputado à AR e líder de bancada na CM de Oeiras. Veio a afastar-se do PS em oposição frontal a Sócrates. Em 2012, pôs voluntariamente termo a lugares de administração, dedicando-se a consultadoria com assumido empenho na valorização do sénior activo, das cidades sustentáveis e do papel das câmaras de comércio bilaterais. Tem presentemente 79 anos.
 
 
 

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Título: José Veiga Simão: Uma Vida Vivida
Do Estado Novo de Salazar à Primavera Marcelista
Volume I
Autor: Pedro Vieira
Páginas: 260
PVP: 13,05 €
 
 
Sinopse

Se o 1.º cabo Aníbal Simão tivesse sido enviado para Manteigas em 1945, José Veiga Simão poderia não ter sido mais do que um funcionário administrativo. Era esse, pelo menos, o magnânimo prognóstico do comandante do batalhão da GNR.

 

No entanto, Maria Joaquina Veiga, que só sabia escrever o nome, não se conformou com tal perspectiva e empenhou-se de alma e coração para que o filho concluísse o Liceu D. João III em Coimbra e entrasse na universidade.

 

Deste modo, a história foi outra, bem diferente. Sempre com o surpreendente envolvimento de Salazar, o então já doutor em Física Nuclear por Cambridge e catedrático da Faculdade de Ciências de Coimbra funda a Universidade de Lourenço Marques, da qual será reitor ao longo de sete anos. «Esta é a obra da minha vida», diz José Veiga Simão, que teve a grande alegria de a ver repetidas vezes enaltecida pelas mais altas entidades de Moçambique.

 

O primeiro volume da presente biografia, que fica em 1970, quando José Veiga Simão deixa Lourenço Marques para ser ministro da Educação Nacional do governo de Marcelo Caetano, conduz-nos através do percurso menos conhecido do protagonista de um dos maiores reformadores da história do ensino em Portugal.

 

«A família Veiga Simão foi viver para Coimbra em Setembro de 1939. O pai, Aníbal Simão, que estava colocado na companhia da GNR na Guarda, solicitara a transferência para a cidade do Mondego de modo a acompanhar Júlio, o filho mais velho, que (…) se matriculara na Universidade de Coimbra, em preparatórios militares (…). José seria transferido para o Liceu D. João III, em Coimbra. (…)

 

A viagem da Guarda para Coimbra, acompanhando o pai numa camioneta com a mobília da casa (…), ficou associada a uma das datas decisivas da história do século xx. Era o dia 3 de Setembro de 1939 e, ao atravessarem os Arcos do Jardim, ouviram pela rádio a notícia de que a Inglaterra e a França haviam declarado guerra à Alemanha, na sequência da invasão da Polónia pelas tropas de Hitler.»

 

Sobre o autor:
Pedro Vieira, nome profissional de Pedro Jorge Reis Alves Vieira, nasceu em Torres Novas em 1945. Jornalista desde 1972, integrou as redacções dos diários A Capital eA Luta, do semanário O Jornal e da revista Visão. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas – Estudos Portugueses e Franceses e pós-graduado em Estudos Europeus. De sua autoria, a Gradiva editou em 2010 Todos Os Portos A Que Cheguei – Vasco Rocha Vieira.
 
 

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Título: Jardins de Cristais
Autor: Sérgio Paulo J. Rodrigues
Páginas: 276
PVP: 13,05 €
 
Sinopse
Encontram-se aspectos de química em quase todos os textos literários? Sérgio Rodrigues acredita que sim e, neste livro, mergulha numa multidão de autores, que, como diz João Lobo Antunes no prefácio, «o sábio Mendeleev não conseguiria encaixar em qualquer tabela», e convoca-os para convencer os leitores dessa ideia aparentemente estranha.

 

Com a ajuda deste livro poderemos procurar indícios na literatura de que a química ajudou a salvar as baleias e tem contribuído para um mundo melhor. Num mundo dependente da química, mas que parece condená-la à invisibilidade, podemos ir de Homero e da Bíblia a Karl Marx e Ian McEwan, passando por Camões, Camilo Castelo Branco, Victor Hugo, Fiodor Dostoiévski, Miguel Torga e muitos, muitos outros, todos eles ligados pela química.

 

Alquimia, venenos, drogas e explosões? Sim, este livro também fala desses clássicos: química infernal, filhas de mães loucas e demónios em garrafas verdes. Mas o que procura sobretudo mostrar são as pérolas escondidas que documentam a presença da química numa chama que Novalis dizia ser molhada, numa calma manhã de Verão, num amor trágico, num sonho perdido ou na falta de um medicamento ainda não inventado.


Que leitura afinal fiz deste livro? Eu diria que ele é uma antologia encadeada sem ordem, não arrumando por estilo ou por tema, mas apresentando de forma simples, sem falsa ou intimidativa erudição, exemplos de livros em que abundam, incrustadas, pérolas da química. Mas também, valendo‑se o autor da ciência que pratica, apontar a omnipresença da química na vida quotidiana, para o bem e para o mal.

Nesta jornada vamos encontrar «clássicos» e cien­tistas, autores de «best‑sellers» de aeroporto e poetas, filósofos «puros» e filósofos «políticos», enfim, uma multidão que o sábio Mendeleev não conseguiria en­caixar em qualquer tabela sistemática. Assim saudamos quem vem à boca de cena: Camilo, Marx, Goethe, Bellow, Eliot, Pauling, Homero, Whitman, Huxley, Nemésio e Gedeão (o outro Rómulo), e tantos outros.

 

João Lobo Antunes

 

 

Sobre o autor:
Sérgio Paulo Jorge Rodrigues, doutor em Química Teórica, é professor no Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Os seus interesses e projectos de investigação situam-se na área da química teórica e computacional, estando também envolvido em projectos educativos e de divulgação da química. Tem escrito textos de divulgação de química no blogue De Rerum Natura e mantém o projecto «Passeios Químicos», no blogue Percursos Químicos, que procura tornar visível a química nas ruas. Em 2011, em colaboração com Maria Isabel Prata, traduziu e anotou o clássico da divulgação da ciência: História Química de Uma Vela, de Michael Faraday.
 
 
 
 

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Título: Um Olhar Sobre a Indústria de Moldes
Autor: Henrique Neto
Páginas: 180
PVP: 10,80 €
 
Sinopse

«O livro Um Olhar Sobre a Indústria dos Moldes, de Henrique Neto, não é escrito por um historiador ou historiógrafo, é sim o testemunho vivo de um marinhense, operário, técnico, dirigente, G estor e empresário. Um cidadão que nunca abdicou de assumir a participação política como actividade ao serviço de ideais sociais e do Bem Público. [...]

 

O objectivo com que Henrique Neto escreve o seu livro é plenamente atingido ao dar-nos conta da importância dos principais acontecimentos de quase oitenta anos da indústria de moldes, protagonizados no nosso país por gentes da Marinha Grande e de Oliveira de Azeméis.»

José Veiga Simão, in Prefácio

 
Sobre o autor:
Henrique José De Sousa Neto (1936) fez o Curso Industrial em Lisboa e o Curso Comercial na Marinha Grande. Iniciou a carreira profissional como aprendiz de serralheiro numa fábrica de moldes para a indústria de plásticos na Marinha Grande, da qual chegou a director e de que, posteriormente, foi proprietário. Começou muito jovem a interessar-se pela política portuguesa. Pertenceu ao MUD-Juvenil pratica mente desde a sua constituição e ligou-se ao movimento associativo da Marinha Grande.
 
 
 

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Título: O Mito de Inglaterra
Anglofilia e anglofobia em Portugal (1386-1986)
Autor: Luiz Eduardo Oliveira
Páginas: 464
PVP: 22,50 €
 
 
Sinopse

Este livro busca apreender, ao longo da História portuguesa, os momentos de tensão, ambiguidade e oscilação das representações anglofóbica e anglófila de Inglaterra e do povo inglês. Com tal intuito, foram demarcados dois limites cronológicos significativos: 1386, ano em que foi firmado o Tratado de Windsor, e 1986, ano em que Portugal entra definitivamente para a Comunidade Económica Europeia, para onde foram transferidas as esperanças de prosperidade e, com elas, o mito do Quinto Império. Investigação e divulgação sérias, ao alcance de todo o público interessado.

 

Este livro procura apreender, nos discursos que «narram» Portugal na longa duração da sua história, os momentos de tensão, ambiguidade e oscilação das representações de anglofobia e anglofilia, com base nas relações político-diplomáticas, dinásticas e culturais entre os dois países. Deste modo, pretende estabelecer coordenadas históricas e teórico-metodológicas para se pensar o mito de Inglaterra em Portugal.

 

Com tal intuito, foram demarcados dois limites cronológicos significativos: 1386, ano em que foi firmado o Tratado de Windsor, que preparou o momento da união dinástica com Inglaterra e a legitimação da Casa de Avis, e 1986, ano em que Portugal entra definitivamente para a Comunidade Económica Europeia, para onde foram transferidas as esperanças de prosperidade e, com elas, o mito do Quinto Império. Neste momento, como compensação da perda das colónias africanas, é-lhe oferecido o portal de entrada na Europa «civilizada» e «polida», algo tão almejado por Pombal já no século XVIII, bem como um novo meio de se afirmar à escala intercontinental: a lusofonia − daí o mapeamento e o estudo linguístico da chamada Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

 
 

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Título: Mimi e o Grande Robô Malvado
Autor: Korky Paul e Valerie Thomas
Páginas: 28
PVP: 11,70 €
 
Sinopse

A bruxa Mimi fica radiante quando transforma o seu modelo de robô num robô a sério. Bip, bip, bip! Mas tudo se descontrola quando o malvado robô rouba a varinha mágica da Mimi. Vai ter de ser o Rogério, o adorável gato da Mimi, a resolver toda a confusão e a salvar o dia.

«Pura magia.»

The Times

 

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