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Claude Le Petit, libertino francês, foi queimado na fogueira, em Paris, a 1 de Setembro de 1662, por causa dos poemas eróticos que, agora, a Guerra e Paz publica neste O Bordel das Musas ou as nove donzelas putas. Foi este o livro que o condenou à morte em praça pública, em Paris, aos 23 anos. Estes são poemas de uma sexualidade vigorosa, descarada, plena e, se de um filme de Buñuel se disse que era um «obscuro objecto de desejo», deste O Bordel das Musas tem de dizer-se que é «um luminoso objecto de tesão».

 

Estamos perante uma edição rara, com a participação de dois artistas portugueses: 22 desenhos originais de João Cutileiro, concebidos especialmente para este livro, acompanham os poemas traduzidos por um poeta, Eugénia de Vasconcellos.

 

Além da ousada e irreverente beleza dos poemas e dos desenhos, este é um delicado livro-objecto. No formato de 15cm x 21cm, é um livro de capa dura, cartonada, revestida a tela Brillianta. Sobre essa tela, em impressão serigrafada, surge o primeiro dos desenhos de Cutileiro que é a imagem da capa. O miolo é impresso em papel Athenea Verjurado Ahuesado, um papel texturado com densidade de 120g.

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Desta edição bilingue do Bordel das Musas serão impressos e comercializados apenas 1.150 exemplares, todos numerados, todos com a assinatura digital de João Cutileiro e de Eugénia de Vasconcellos.

 

Esta é uma edição única. Não haverá reimpressão ou segunda edição deste livro, com estas características. O livro vai ser comercializado, a partir de 19 de Novembro ao preço de 24€.

 

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