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O Top de leituras de 2014

por Tânia Breda, em 04.01.15

Ao longo do ano 2014 deparei-me com vários tipos de livros, uns muito agradáveis que marcaram e outros menos bons.

Sem qualquer ordem de preferência, deixo aqui os que adorei ler no ano que passou.

Eles são:

 

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S.E.C.R.E.T, de L. Marie Adeline (Planeta)

 

 Um livro erótico bastante diferente de todos os outros, muito bem estruturado. Um dos meus preferidos.

Porquê? Veja, aqui.

 

 

 

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Viagem ao Fim do Coração, de Ana Casaca (Guerra e Paz Editores)

 

É mais do que uma comovente história de amor... Toda a nossa vida num romance, como a queremos, como às vezes não a queremos.

Saiba mais, neste post.

 

 

 

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Envolvidos, de Emma Chase (Topseller)

 

Um dos romances em que mais me ri com as diversas situações hilariantes entre Kate Brooks e Drew Evans, dois colegas de trabalho. Prepare-se para conhecer a maneira de como os homens pensam, assim como, a classificação que o Chuva de Letras deu a esta leitura.

 

 

 

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Tenho o Teu Número, de Sophie Kinsella (Quinta Essência)

 

Para além da capa giríssima, este romance tem uma escrita muito fluída que nos prende do início ao fim do livro... É simplesmente fantástico!

Conheça a opinião.

 

 

 

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Quando o Cuco Chama, de Robert Galbraith (Editorial Presença)

 

Uma história com um excelente enredo, completamente viciante, e com um desfecho inesperado.

O post sobre a opinião ao livro.

 

 

 

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A Chave, de Cláudia Valle Santos (Edições Vieira da Silva)

 

Uma história com algum mistério que prende os leitores até ao fim. Desperta curiosidade para sabermos o seu desfecho...

Saiba mais sobre este livro no post aqui.

 

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Há quase 12 anos que a atividade "Sábado com Histórias", na biblioteca de Viana do Castelo, cultiva o gosto pela leitura em crianças entre os dois e os dez anos através de dramatização e encenação de textos de literatura infantil.

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O projeto nasceu ainda nas antigas instalações da biblioteca municipal, no centro histórico da cidade, que "abria uma vez por mês para pouco mais de meia dúzia de crianças".

 

Com a inauguração em 2008 do novo edifício desenhado por Siza Vieira para a frente ribeirinha da cidade, a aposta na promoção do livro e da leitura junto dos mais pequenos foi reforçada. Passaram a realizar-se duas sessões, todos os sábados, e o número de crianças "tem vindo sempre a crescer".

"Tornou-se uma rotina na vida das crianças não só da cidade como das freguesias vizinhas resultado do trabalho que também desenvolvemos nas escolas", explicou Fernando Elias.

 

Para Nuno Ribeiro e para a filha de quatro anos "não há sábado sem a história na biblioteca". "Já faz parte da nossa rotina. Tornou-se num momento de encontro com os amigos fora do contexto escola, ela é a primeira a convidar os amigos para irem à biblioteca ao sábado", explicou.

 

A sala onde as histórias ganham vida, representadas e encenadas por quatro animadoras da biblioteca "já se tornou pequena", admitiu o bibliotecário.

"Muitas vezes os pais", sobretudo dos mais crescidos, "não podem assistir por falta de espaço".

"Percebi que a minha filha fica muito atenta, assimilando muito bem os conteúdos, e já se preocupa em perceber a moral da história para contar à família", adiantou Nuno Ribeiro.

Toda a encenação é preparada pelas quatro animadoras da biblioteca. Os cenários coloridos, o guarda-roupa que dá corpo a cada personagem e a atividade de expressão plástica que complementa cada sessão.

"Agrada-me ver a expectativa que ela cria à volta da história e o entusiasmo com desenvolve a atividade no final", explicou o pai de 33 anos. Além da aproxima as crianças desde muito cedo à biblioteca, ao contacto com os livros e ao comportamento que devem ter naquele espaço.

 

A minha filha já sabe que na biblioteca há a regra do silêncio", Ana Macedo é educadora infantil, tem 37 anos e uma filha de quatro anos e meio, assídua frequentadora dos "Sábados com Histórias". "Desde que frequentamos esta iniciativa a minha filha utiliza mais palavras quando reconta as histórias. Esta estimulação é muito enriquecida pelo facto das serem apresentadas sempre com diferentes expressões, como a teatro ou os fantoches", adiantou.

 

Ana Macedo realçou ainda a "atenção" com que a filha "ouve e vê as histórias" e Nuno Ribeiro sublinhou o "comportamento" que a filha assume naquele espaço. "Já sabe que na biblioteca há a regra do silêncio".

 

A realização de várias atividades de promoção do livro e da leitura dirigidas a públicos diferenciados, bem como as condições que o próprio edifício proporciona, ajudam a explicar, segundo o diretor Rui Viana, a assiduidade dos utilizadores. "Temos uma média de 450 utilizadores por dia, entre leitores presenciais que usufruem dos diversos serviços da biblioteca", explicou.

 

Fonte: Notícias ao Minuto

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