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Peregrino chegou à dois dias às livrarias nacionais com grande expectativa e promete tornar-se numa referência para quem gosta de thrillers de espionagem atuais e recheados de adrenalina. Escrito num ritmo cinematográfico, Terry Hayes construiu um enredo elogiado pelos principais media estrangeiros e companheiros de profissão, como David Baldacci.

 

A MGM apaixonou-se pela história – a ação desenrola-se nos EUA, Afeganistão, Líbano, Faixa de Gaza e Turquia – e, não só comprou os direitos de adaptação, como já escolheu Matthew Vaughn para realizador. Lloyd Braun e Andrew Mittman juntam-se a Vaughn, com as filmagens a terem início em 2016. Para os cinéfilos, Terry Hayes não é de todo um nome desconhecido. Afinal de contas, o autor britânico escreveu, com George Miller, o argumento de Mad Max 2: O Guer­reiro da Estrada. Também coproduziu e escreveu Calma de Morte, o filme que lançou a carreira internacional de Nicole Kidman, Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão e inúmeros telefilmes e minisséries, duas das quais receberam nomeações para os Emmy internacionais. No total, recebeu mais de 20 prémios em cinema e televisão. Em Los Angeles, trabalhou como argumentista em grandes produções de estúdio, como Payback — A Vingança, com Mel Gibson, A Verdadeira História de Jack, o Estripador, com Johnny Depp, e Limite Vertical, com Chris O’Donnell. 

 

Com Peregrino, Terry Hayes aventurou-se noutro campo das artes, a da escrita de livros, e o seu romance de estreia e foi de imediato um bestseller internacional, vendido para mais de 25 países, e vencedor do National Book Award (Reino Unido).

 

 

«Peregrino é simplesmente um dos melhores romances de suspense que já li. Terry Hayes tem uma prosa forte, diálogos credíveis e uma soberba trama original que daria para três livros. Tudo isto com o toque de mestre que o autor claramente possui.» - David Baldacci

 

«Peregrino é um verdadeiro thriller do século xxi: um enredo intenso, mas com protagonistas pormenorizadamente desenha­dos. As reviravoltas na história lembram uma cobra fechada dentro de um saco. O estilo é visceral, corajoso e cinematográ­fico… Um livro convincente e ambicioso, escrito com habilidade e entusiasmo.» - The Times

 

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