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Título: As Altas Montanhas de Portugal

Autor: Yann Martel

Editora: Editorial Presença

Páginas: 272

PVP: 17,50€

 

As Altas Montanhas de Portugal leva-nos numa viagem pelo Portugal do século passado que é também uma viagem interior.

 

Na Lisboa de 1904, um jovem chamado Tomás descobre um diário antigo onde é mencionado um artefacto extraordinário que poderá redefinir a história. Ao volante de um dos primeiros automóveis da Europa, Tomás aventura-se pelo país em busca deste objeto invulgar.

Trinta e cinco anos depois, em Bragança, um patologista, leitor voraz dos romances de Agatha Christie, vê-se enredado num mistério que é consequência da demanda que Tomás levara a cabo.

Décadas mais tarde, um senador canadiano refugia-se numa aldeia no Norte de Portugal após a morte da mulher. Com ele traz um companheiro invulgar: um chimpanzé. E eis que é desvendado por fim um mistério com cem anos.


As Altas Montanhas de Portugal é um romance original e empolgante que explora com mestria questões prementes da condição humana.

 

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«Elfanos - O Legado» - Dud@ [Opinião]

por Tânia Breda, em 20.04.16

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Título: Elfanos - O Legado

Autora: Dud@ Reis

Editora: Capital Books

Páginas: 312

PVP: 16,00€

 

Sinopse

 Joana pensa que tem uma vida normal. Até que um estranho homem aparece e desestabiliza tudo. De repente, aquilo que pensava saber sobre os seus pais não condiz com a verdade. Nem aquilo que pensava saber sobre os seus amigos mais íntimos…
Obrigada a escolher entre o seu mundo, a família mais próxima e os amigos, ou acompanhar Marcus para um lugar desconhecido e mágico, Joana vê-se numa encruzilhada que mudará definitivamente a sua vida e daqueles que a rodeiam.
Uma rapariga que é a salvação ou a maldição.
Um guarda com uma missão ambiciosa.
Um grupo de amigos unido.
Um povo desesperado por mudança.
Uma rainha sem voz para se impor.
Um rei iludido com uma utopia.
Um reino dividido sem razão.
Um mundo caído na guerra.
Bem-vindo às Terras Brancas, no Reino de Elfanos, no Mundo Antigo.

 

 

Terminei de ler este mês o livro da Dud@.

A Dud@ é uma rapariga super simpática que por gentileza ofereceu-me o seu livro Elfanos - O Legado.

Nunca fui fã de livros de fantasia (à excepção de Harry Potter, claro!), mas aceitei o desafio e parti para a leitura.

Agarrei o livro e gostei bastante do que vi e li. As folhas muito mais brancas que todos os outros livros deram-me a sensação de não cansar tanto a vista e dão um ar mais "clean" à leitura. O tipo de letra utilizada nos capítulos e em todo o livro também é do meu agrado, assim como, a escolha da capa. Não posso deixar de referir também o tamanho do livro, por vezes noutras editoras os livros portugueses são editados com um tamanho muito inferior ao "normal" (chego a pensar que mais um pouco e seria um livro de bolso), mas com esta editora não é o caso, por isso dou 5 estrelas por todos estes pontos mencionados acima.

 

A estória em si é mágica e com a escrita da Dud@ consegue de facto colocar-nos lá presentes. Aliás, nunca pensei que fosse o seu primeiro livro! Sem querer revelar o enredo, posso adiantar que lê-se com facilidade, está muito bem organizado e as personagens estão bem desenvolvidas, por isso é normal que ao terminar um capítulo queira de imediato ler o próximo e assim perder a noção das horas.

O twist final deixa-nos bastante curiosos...

O que acontecerá no próximo livro? É o que pretendo saber quando estiver disponível nas livrarias.

 

 Classificação: 4/7

 

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David Baldacci, autor de um impressionante número de bestsellers e um dos escritores mais populares em todo o mundo, está de regresso às livrarias de todo o país com A MEMÓRIA.

 

Eis a história de um homem dotado de uma memória perfeita e perseguido por um crime sangrento. Ele não se consegue esquecer de nada – mas há uma noite que ele gostaria de apagar para sempre da sua mente… Ou então descobrir finalmente quem destruiu o seu mundo.

 

«Uma obra magistral devido à velocidade da narrativa, à originalidade do herói e ao enredo empolgante. (…) Irresistível.» Washington Post

 

«Uma obra intensa que mostra um escritor no auge da sua maturidade.» Richmond Times

 

«Aconselhado a todos os que gostam de ver em ação criminosos difíceis de apanhar e detetives determinados e pouco ortodoxos.»  Library Journal

 

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Título: Já Bocage Não Sou

Autor: José Jorge Letria

Editora: Guerra e Paz Editores

Páginas: 144

PVP: 12,50€

 

Lisboa, ano da graça de 1805. À boca da morte, Bocage, o poeta maldito, recorda a sua vida. Vendo a gadanha da velha senhora avançar, deixa para a posteridade o testemunho de uma existência intensa. Os longos anos passados no Oriente, as aguerridas lutas poéticas, a inveja dos poetas menores, a feroz luta contra a censura eclesiástica e os excessos fradescos, a perseguição política movida pelos «moscas» de Pina Manique e a prisão, tudo temperado por uma vida amorosa rocambolesca e libertina.

Com a combatividade que é seu timbre, José Jorge Letria traz para o nosso tempo o século xviii, um século revolucionário, gerador de novas ideias e novos sentimentos, mas também de perseguições e obscurantismo. Resgata Bocage, nome cimeiro da poesia portuguesa, figura contraditória e complexa, cuja memória transcende muito o anedotário popular e a piada fácil a que é tantas vezes associado.

 

Sobre o autor:

José Jorge Letria. É ficcionista, mas também jornalista, poeta, dramaturgo, nasceu em Cascais, em 1951. Tem livros traduzidos em mais de uma dezena de idiomas e foi premiado em Portugal e no estrangeiro, destacando-se dois Grandes Prémios da APE, o Prémio Aula de Poesia de Barcelona, o Prémio Internacional UNESCO, o Prémio Eça de Queiroz--Município de Lisboa e o Prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte.

O essencial da sua obra poética encontra-se condensado nos dois volumes da antologia O Fantasma da Obra. Ao lado de nomes como José Afonso e Adriano Correia de Oliveira, foi um dos mais destacados cantores políticos portugueses, tendo sido agraciado em 1997 com a Ordem da Liberdade. Mestre em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação, é presidente da Sociedade Portuguesa de Autores e do Comité Europeu de Sociedades de Autores.

Em 2014, publicou, na Guerra e Paz, o seu mais recente romance, A Volta ao Medo em 80 Dias, a que se seguiu A Vida Segundo Goya, uma conversa com o seu cão, Goya, não por acaso um cão sem pressa. Enquanto a palavra morte não couber na nossa boca, impressionante incursão memorialista, é o seu último livro, já de 2016.

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Título: Vidas Esquecidas

Autora: Diane Chamberlain

Editora: Topseller

Páginas: 384

PVP: 18,79€

 

Com uma sinceridade inquietante, Vidas Esquecidas conta a história comovente de duas mulheres de mundos opostos, cujos caminhos assombrados pela tragédia estão unidos por laços de amor, dedicação e coragem.

Carolina do Norte, 1960. A vida de recém-casada Jane Forrester como assistente social está longe de ser o que ela esperava. Entre as plantações de tabaco de Grace County, Jane encontra um mundo de extrema pobreza, muito distante da vida que conhecia.

Após perder os pais, Ivy Hart, de 15 anos, tem de cuidar da avó, da irmã mais velha e do seu sobrinho. Lidar com o envelhecimento da avó, a doença mental da irmã e a sua epilepsia é cada vez mais difícil, e Ivy vai-se apercebendo de que a sua família precisa de mais apoio.

Quando uma jovem assistente social começa a acompanhar a família Hart, não imagina o quanto a sua ajuda é necessária. À medida que entra nos corações das mulheres Hart, Jane descobre segredos sombrios e obscuros, e é empurrada para um dilema que coloca a sua carreira em risco, ameaça destruir o seu casamento, e, em última análise, determinará o destino de Ivy e da sua família para sempre.

 

Sobre a autora:

Diane Chamberlain é uma autora bestseller norte-americana, com 24 títulos publicados em mais de 20 línguas. Apaixonada pela leitura e pela escrita desde criança, viu o seu primeiro romance publicado em 1989, título esse que lhe valeu um prémio RITA, atribuído pela Associação Americana de Escritores de Romance.

É licenciada em Serviço Social pela Universidade de San Diego, ainda que já não exerça a sua profissão para poder dedicar-se inteiramente à escrita e aos livros. Para a autora, a verdadeira magia da escrita está na possibilidade de tocar os leitores com as suas palavras.

Saiba mais sobre a autora em www.dianechamberlain.com

 

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Título: A Ponte Inevitável

Autor: Luís Rodrigues

Editora: Guerra e Paz Editores

Páginas: 288

PVP: 18,00€

 

A 6 de Agosto de 2016, a Ponte 25 de Abril comemora 50 anos. Pela primeira vez, um livro conta-nos os 140 anos da história que começa no momento em que o engenheiro Miguel Pais propôs, em 1876, uma rudimentar ponte de ferro entre Lisboa e Montijo. Este é também o livro dos 90 anos que decorreram desde que se avançou com a ideia de uma ponte entre Lisboa e a Margem Sul, até ao momento em que a ideia se transforma em realidade. E este é, claro, o livro da história dos 50 anos da ponte que se chamou Salazar e hoje se chama 25 de Abril.

Que erradamente alguns coloquem a sua génese em Salazar, e outros, igualmente errados, pensem que a obra deve ser menorizada porque foi construída durante o Estado Novo, é um dos equívocos que se esclarecerá neste livro. Entalada entre o amor e o ódio em que as respectivas posições ideológicas a colocam, a ponte é muito mais do que uma iniciativa de Salazar ou um projecto político subordinado aos ditames do Estado Novo. A ponte tem um historial abrangente, que ultrapassa não só Salazar e o Estado, como também Portugal.

 

Sobre o autor:

Luís F. Rodrigues. Nasceu em 1976, no Barreiro. Licenciado em Arquitectura do Planeamento Urbano e Territorial e mestre em Ordenamento do Território e Planeamento Ambiental, desenvolve a sua actividade profissional como urbanista em Lisboa. Dedica-se ainda ao estudo de história, arte e ciência das religiões, sendo autor dos livros Open Questions: Diverse Thinkers Discuss God, Religion & Faith (ABC-CLIO, 2010), História do Ateísmo em Portugal (Guerra & Paz, 2010) e Manual de Crimes Urbanísticos (Guerra & Paz, 2011).

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Título: A Volta ao Mundo em Oitenta Dias

Autor: Júlio Verne

Editora: Guerra e Paz Editores

Páginas: 296

PVP: 12,00€

 

Neste livro, Júlio Verne narra a tentativa de um cavalheiro inglês, Phileas Fogg, fazer uma viagem de circum-navegação à volta do mundo em 80 dias, acompanhado pelo seu criado francês, Jean Passepartout.

Phileas é um homem de hábitos firmes. Todos os dias acorda às 8h da manhã, todos os dias faz a barba às 9h37 e sai, a seguir, em direcção ao clube onde vai ler o jornal. Só uma aposta obstinada e desmesurada o levaria a mudar de hábitos. Phileas aposta com os outros cavalheiros do clube que é capaz de dar a volta ao mundo em apenas 80 dias.

Com A Volta ao Mundo em Oitenta Dias, o êxito foi absoluto e imediato. Foi publicado em 1873, em folhetins, que eram avidamente procurados pelos leitores. Os correspondentes dos principais jornais europeus e dos Estados Unidos em Paris acompanhavam a aventura do fleumático cavalheiro como se se tratasse de alguém real. O entusiasmo foi tal, que houve companhias de navegação que ofereceram fortunas para que as personagens fizessem a última etapa num dos seus navios.

 

Sobre o autor:

Júlio Verne. Nascido a 8 de Fevereiro de 1828, na cidade portuária de Nantes, filho de um conceituado advogado, Júlio Verne com 11 anos fugiu de casa e tornou-se, ainda que por pouco tempo, marinheiro, e mais tarde, já a viver da escrita, navega nos seus iates, Saint-Michel II e Saint-Michel III. Quando publica A Volta ao Mundo em Oitenta Dias, tem 45 anos. Vivia, e leva para as suas obras, o espírito da época: a sedução da velocidade, o gosto da aventura, a fé na ciência, o inconformismo perante a pobreza, o herói individual e voluntarista, o desejo de ostentação.

Povoou os seus livros de submarinos, máquinas voadoras, viagens à Lua, antecipando avanços científicos e tecnológicos. É legítimo dizer-se que lhe devemos a invenção de um género literário, a «ficção-científica».

 

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Tabela de Classificação:



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