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Capa O Mundo Privado dos Presidentes dos Estados U

Os Estados Unidos vivem, por esta altura, uma verdadeira loucura fruto da animada campanha para as eleições presidenciais. São muitos os que sonham um dia vir a habitar a Casa Branca, mas apenas um, ou uma, irá substituir aquele que foi um dos mais carismáticos presidentes dos EUA: Barack Obama.

 

Kate Andersen Brower, jornalista da Bloomberg News, esteve destacada para a Casa Branca durante a administração Obama. Repórter da CBS News e produtora na Fox News, o seu trabalho permitiu-lhe conhecer de perto o staff do presidente dos EUA e, entre paredes, muitas das histórias que se viveram ao longo de anos nesta emblemática mansão. Em A Vida Privada dos Presidentes dos Estados Unidos da América (Vogais l 320 pp l 18,79€), à venda a partir de dia 15 de fevereiro, Kate Andersen Brower oferece, numa mistura perfeita entre as obras The Butlere In The President’s Secret Service, um relato inédito da equipa de serviço que acompanha há décadas as famílias presidenciais, desde os Kennedys aos Obamas.

 

A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.

 

Sinopse 

O Mundo Privado dos Presidentes dos Estados Unidos é um registo surpreendente e detalhado do dia a dia na mansão mais famosa de sempre. Uma espécie de Downtown Abbey recheado de factos curiosos.

 

A Casa Branca é o símbolo mais poderoso e duradouro dos EUA. Lar da família presidencial, é também o local de trabalho do staff que acompanha todos os dias o Presidente e os seus familiares. Esses homens e mulheres cuidam dos 132 quartos, 35 casas de banho, 28 lareiras, três elevadores e oito escadarias da residência, presenciando os problemas, alegrias, segredos e a intimidade da família presidencial.

 

Agora, e pela primeira vez, são tornadas públicas as suas histórias de cinquenta anos de experiência, dez presidentes e inúmeras crises, de menor ou maior relevância. Histórias com contornos dramáticos, íntimos, cómicos e, por vezes, comoventes, reveladas através das vozes dos mordomos, cozinheiros, floristas, porteiros ou do pessoal da limpeza, bem como de assessores e ex-primeiras damas.

 

Conheça, entre muitos outros relatos inéditos:

•       Os dias dramáticos após o assassinato de JFK;

•       O período tumultuoso da resignação de Nixon à Presidência;

•       Os momentos difíceis do casal Clinton durante o caso Monica Lewinsky;

•       As partidas que George W. Bush pregava aos empregados;

•       O carinho do casal Obama.

 

 

Excertos

«As famílias presidenciais ficam muitas vezes por conhecer. A sua privacidade é protegida elos assessores da Ala Oeste, onde se situa o gabinete político da presidência, e por uma equipa de cerca de cem pessoas que se mantém deliberadamente na sombra: são funcionários que trabalham na residência oficial do Presidente, na Ala Leste da Casa Branca. (…)» 

 

«As pessoas que trabalham na residência oficial trazem aos sete hectares mais famosos do mundo um sentido de humanidade e de valores próprio do Velho Mundo. Levantando-se ainda de madrugada, sacrificam as suas vidas pessoais ao serviço da Primeira Família com uma dignidade silenciosa e que inspira admiração. Para elas, trabalhar na Casa Branca, independentemente da função, é uma grande honra.»

 

 

«Desde as brincadeiras com os filhos de Kennedy na Sala Oval ao momento em que o primeiro presidente afro-americano chegou à Casa Branca; desde o pedido de Nancy Reagan para que todas as suas 25 caixas de porcelana de Limoges ficassem no exato local em que se encontravam antes da limpeza ao momento de privacidade de Hillary Clinton durante o escândalo sexual e o pedido de destituição que lhe atingiram o marido, o pessoal da residência vê facetas da família presidencial de que mais ninguém se apercebe.»

 

 

«Os empregados da residência têm, por vezes, a oportunidade de serem testemunhas da mais pura alegria que um presidente recém--empossado pode sentir ao alcançar o pico mais alto da política americana. Em 2009, depois de terem finalmente terminado os bailes inaugurais, os Obamas começaram a preparar-se para passar a sua primeira noite na Casa Branca. Ainda se estavam a preparar para se deitarem quando White lhes foi levar alguns documentos de última hora. Quando chegou ao 2.° andar, ouviu uma coisa fora do comum. «Ouvi de repente o Presidente Obama a dizer: “Já sei, já sei. Já sei como funciona.” Subitamente comecei a ouvir música e era Mary J. Blige.» Os novos inquilinos tinham despido o vestuário mais formal, estando o Presidente em mangas de camisa e a primeira-dama com uma t-shirt e calças de treino. O Presidente pegou na primeira-dama, recorda White, e «começaram os dois a dançar» ao som de Real Love, de Blige. O secretário-geral adjunto fez uma pausa antes de continuar: «Foi a coisa mais bonita e adorável que se pode imaginar.»

 

— Aposto que nunca viu nada como isto nesta casa, pois não? — perguntou-lhe Obama, enquanto o primeiro casal dançava.»

— Muito sinceramente, posso dizer que nunca ouvi nada de Mary J. Blige a tocar aqui neste andar — retorquiu White.

Sem saber quanto tempo é que os Obamas terão estado assim a dançar, foi no entanto claro para o meu interlocutor que eles tencionavam aproveitar por completo o momento.»

 

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