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Título: A Vida Privada de Estaline

Autor: Lilly Marcou

Editora: VOGAIS

Páginas: 288

PVP: 18,79€

 

A Vida Privada de Estaline, de Lilly Marcou, é uma biografia baseada numa intensa e prolongada investigação, evidenciando como as atrocidades do regime conviviam com a esfera privada na vida do ditador e desvenda o homem por trás do mito, sem com isso ignorar os crimes que lhe conhecemos.

 

ESTALINE: DITADOR DEMONÍACO OU HOMEM DE CARNE E OSSO? TERÁ O «HOMEM DE AÇO» SENTIDO ALGUMA VEZ COMPAIXÃO PELOS SEUS PRÓXIMOS?

 

Um homem generoso e dedicado, que gostava de ter a sua família perto de si em almoços na casa de campo. Esta é uma imagem que dificilmente associaríamos a Estaline, o responsável pela morte de milhões de pessoas e uma das personagens mais marcantes e polémicas do século XX.

 

Para escrever A Vida Privada de Estaline, com base em trinta anos de pesquisas, a historiadora francesa Lilly Marcou recorreu a fontes originais, inéditas na sua maioria. Mergulhou profundamente nos arquivos abertos ao Ocidente após o fim da União Soviética e entrevistou familiares e pessoas próximas de Estaline que sobreviveram à «Grande Purga».

 

E o resultado surpreende. Por trás do líder carismático que mobilizou nações e surpreendeu Churchill e Roosevelt, ou do governante implacável na eliminação dos seus opositores, mesmo que fossem membros da própria família, descobrimos um jovem inúmeras vezes exilado pelo czar, duas vezes viúvo e envolto numa paranoia crescente. Com esta investigação, são-nos apresentados factos novos e iluminados aspetos omitidos ou ignorados.

 

Sem se pretender promover um novo julgamento dos anos de terror estalinista, o resultado é um Estaline de carne e osso, humano, ainda que não menos vulnerável às acusações da posteridade.

  

 

Historiadora francesa, Lilly Marcou dirigiu um grupo de estudos sobre o movimento comunista internacional, no Centro de Estudos e Pesquisas Internacionais da Fondation des Sciences Politiques, e lecionou no Instituto de Estudos Políticos de Paris.

 

É autora de diversos livros, já traduzidos para várias línguas, incluindo L’Internationale après Staline e Les Défis de Gorbatchev. Lilly Marcou escreveu esta biografia a partir dos arquivos mais secretos e das confissões dos que lhe eram mais próximos.

 

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Título: Crianças Perdidas

Autora: Mary MacCraken

Editora: VOGAIS

Páginas: 256

PVP: 16,99€

 

Com a crise e as alterações sociais ocorridas em Portugal, o número de casos de crianças a sofrer de perturbações mentais, depressão ou ansiedade sobe a cada dia. Segundo dados recentemente divulgados, quase 20 mil foram à primeira consulta de pedopsiquiatria em 2013.

 

Se na infância a hiperatividade ou má-criação podem ser evidências de que algo está mal, na juventude a apatia, tristeza e isolamento são sinais de alerta. Mas, entre números e rótulos, o importante é nunca desistir das crianças.

 

É por isso que livros como Crianças Perdidas se tornam uma leitura obrigatória, uma fonte de inspiração para pais, educadores e especialistas para que nunca considerem uma criança como um caso perdido.

 

Crianças Perdidas é um livro sobre o autismo e os problemas de comportamento e desenvolvimento na infância. Mas é também a história autobiográfica de uma mulher excecional, que se dedicou a trabalhar com crianças catalogadas como psicóticas ou autistas, acabando por transformar as suas vidas.

 

Quando se voluntariou para trabalhar numa escola para crianças com distúrbios emocionais, Mary MacCracken rapidamente se sentiu atraída pelas pessoas que ali ensinavam e por aquelas crianças especiais e respetivos pais angustiados. Embora quase todos os meninos aparentassem ser saudáveis, a realidade era muito mais triste, pois encontravam-se numa dimensão distante, privadas de amor e de verdadeiro contacto humano.

 

Depressa se tornou evidente que Mary era uma professora com dotes invulgares. Fruto das suas observações e de um instinto inato, conseguiu comunicar e relacionar-se com as crianças mais difíceis. Com o tempo, conseguiu descodificar os murmúrios dos seus alunos e ensinou-os a ler e a falar. Mas, mais importante do que isso, ajudou-os a começarem a sentir confiança e amor.

 

Não existem milagres nesta história, apenas uma mulher incrível que decidiu não desistir: Mary MacCracken, a professora cujos livros e percurso de vida inspiraram Torey Hayden, a autora bestseller de A Criança Que Não Queria Falar.

 

«No que concerne a lidar com crianças problemáticas ninguém tem a sabedoria, compaixão e sensibilidade de Mary MacCracken.»

New York Times

 

«Os livros de Mary foram para mim uma inspiração.»

Torey Hayden, autora bestseller de A Criança Que Não Queria Falar

 

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Sobre a autora:

Mary MacCraken foi uma das mais notáveis professoras de crianças com problemas comportamentais e de desenvolvimento. Faleceu julho passado, aos 88 anos.

 

Começou a trabalhar na área da educação especial como voluntária numa escola de New Jersey, nos EUA, no final da década de 60 do século passado. Escreveu depois quatro livros sobre as suas experiências com crianças consideradas autistas e psicóticas, que inspiraram e comoveram muitos milhares de educadores e de leitores: A Circle of Children, Lovey: A Very Special Child, City Kid e Turnabout Children.

 

Através das suas excecionais qualidades de educadora, Mary MacCracken conseguiu estabelecer relações fortes com as crianças mais problemáticas. Dedicou a sua vida a trabalhar com crianças que ela considerava únicas e não diferentes das outras, ajudando de forma inestimável a comunidade de pais e educadores de rapazes e raparigas com estas caraterísticas.

 

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Em Outubro celebramos o mês da Poupança (31 de Outubro, Dia Mundial da Poupança). Mais do que nunca, a gestão financeira preocupa a maior parte dos portugueses. A VOGAIS apresenta-vos dois livros, complementares, que podem tornar-se nos melhores amigos da carteira dos portugueses.  

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​A especialista em finanças pessoais Ana R. Bravo acaba de lançar o livro ABC da Poupança com mais de 1.000 conselhos práticos, distribuídos pelas mais diversas áreas do dia a dia, para ajudar as famílias portuguesas a enfrentar estes tempos difíceis. 

 

Um exemplo: Pode-se poupar até mais ou menos 850€ por ano em café e 250€ por ano em pão fazendo tanto um como outro em casa. O equivalente a 90€ por mês.


A 2.ª edição do livro, lançado há poucos dias já está no forno, e a autora tem tido um excelente feedback da imprensa com entrevistas em meios de comunicação especializados e generalistas, tanto de televisão como de rádio e também na imprensa. 

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O Kakebo, livro de contas da poupança doméstica, é a solução inovadora que os japoneses usam todos os dias para gerir as suas economias pessoais e retirar o máximo proveito do dinheiro.

 

Depois do sucesso que o Kakebo, lançado em fevereiro passado, alcançou juntou dos portugueses, a Vogais lançou agora o Kakebo 2015, uma ferramenta que vai ajudar os portugueses a gerir o consumo de uma forma mais adequada. Sítio explicativo: www.kakebo.pt.

 

Trata-se de um método perfeito para pessoas com emprego estável, por conta própria ou desempregadas, casados, solteiros, adolescentes ou adultos — a forma mais simples, acessível e eficaz de gerir o dinheiro, independentemente do nível de literacia financeira.

 

No fim do plano simples de 12 meses o leitor terá aprendido a poupar e a gastar melhor o seu dinheiro — para obter uma vida melhor! Os objetivos serão definidos pelo utilizador e o Kakebo ajuda a alcançá-los.

 

• Registe e controle todas as suas despesas e receitas.

• Analise os seus resultados mês a mês e resuma-os em gráficos anuais.

• Mantenha um registo atualizado de todas as suas contas, sem ter de recorrer a folhas de cálculo complexas e confusas.

• Perceba quais são as suas despesas menos necessárias e mais dispensáveis.

• Saiba claramente quanto, como e em que produtos e serviços pode e deve gastar o seu dinheiro.

 

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